“Os Bumbás Caprichoso e Garantido se apresentarão nas instalações da Caloi, uma das mais populares marcas de bicicletas do Brasil, produzida no Polo industrial de Manaus.”

Nelson Azevedo
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Numa iniciativa apoiada pela Suframa e pela Prefeitura de Manaus, com ampla adesão das entidades de classe e das empresas locais, o Grupo Toada, sucesso de público e de crítica na divulgação da cultura “bovina”, anuncia uma invasão de toadas, cunhãs e curumins no Polo Industrial de Manaus. Tudo de bom para todos, e um amontoado de boas razões para a aproximação entre a economia, a cultura popular e integração social em tempos de pandemia. “Vamos brincar de boi” é a proposta de organizadores e patrocinadores, neste final de ano conturbado que precisa de descontração para administrar.

Pedalando com os bumbás

Será uma Live, em altíssimo estilo, com o requinte melódico das toadas. Um presente de Natal aos colaboradores, suas famílias e a população por meio digital, através das Redes Sociais no próximo dia 19. Este é o link. Copie e compartilhe. Os Bumbás Caprichoso e Garantido se apresentarão nas instalações da Caloi, uma das mais populares marcas de bicicletas do Brasil, produzida no Polo industrial de Manaus. O acesso será pelo celular, computador ou TV, para desfrute da toada e coreografia do Programa Zona Franca de Manaus, que aprendeu a brincar de boi com a população.

Nelson Azevedo é economista, empresário, Conselheiro do CIEAM, presidente do SIMMMEM e vice-presidente da FIEAM

Próximos e aliançados

O evento inaugura um novo momento de interação entre o setor privado e sociedade com a chancela do poder público. Ou seja, o mote é agitar o espetáculo folclórico e artístico de nosso repertório cultural, no desfecho de um ano difícil que, apesar dos desgastes, nos deixou mais próximos e aliançados. Para quem entende o significado de empreender para promover a geração de riquezas e de atendimento às demandas sociais, numa realidade remota e adversa como a Amazônia, essa aproximação tem um caráter muito particular e gratificante.

Conhecer, valorizar, defender

A importância do evento vai além do entretenimento de colaboradores da indústria e suas famílias. Seu propósito é abrir as portas do espaço fabril, neste momento de desemprego , escassez de oportunidades, e ajudar o cidadão a entender melhor a importância de contar com uma economia no contexto de exercício da cidadania. A partir do momento em que as pessoas conhecem e, naturalmente, valorizam, porque entendem, a relação entre a geração de riqueza e os benefícios que daí advém para toda sociedade, uma camisa precisa ser vestida e exibida para todos que vivem na Amazônia e no Brasil.

Quem pode mais ganha muito mais

A iniciativa ganha ainda mais sentido neste momento de sobressaltos políticos, em que as reformas e os destinos do país são definidos por sua maioria parlamentar. E quem é do Norte sabe que a sorte das oportunidades, quase sempre, são construídas na contabilidade do embate político das negociações. Quem pode mais ganha muito mais. Nossa contrapartida fiscal, amparada na Carta Magna, às vezes, não é suficiente para assegurar nosso direito ao trabalho que gera oportunidades em todas as direções. Corremos o risco de ver este acerto fiscal, chamado Programa ZFM, ser ameacado pela lógica da maioria. Por isso, nossa integração e mobilização é fundamental. Foi assim que, em 2014, em romaria cívica de parlamentares e empresários do Estado, percorremos os gabinetes do Congresso, para mostrar a cada parlamentar o quanto o programa Zona Franca de Manaus “faz bem para o Amazônia e para o Brasil”.

“Vamos brincar de boi!!!

Além da efetividade na geração de empregos, múltiplas oportunidades para todo o Brasil, a ZFM assegura a substituição de importações, que beneficia a balança comercial, através da produção de itens com alta qualidade e com preços acessíveis e adequados ao padrão brasileiro. O Polo de Duas Rodas, qua abrigará o espetáculo, que gera mais de 13 mil empregos diretos, produz veículos mais adequados à proteção do Clima, faz bem ao Brasil, na conjugação do desenvolvimento com sustentabilidade. E ao gerar tantos empregos, diretos e indiretos, ajuda a proteger a floresta, fonte de preciosos serviços ambientais e da economia do conhecimento, baseada nas soluções da Natureza para consolidar uma Bioeconomia que, certamente, irá inaugurar um tempo novo de prosperidade para nossa gente brasileira. “Vamos brincar de boi!!!”

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