Diretor-geral do CBA fala em afastar estigma que a biodiversidade é um investimento sem retorno, apresentando um ‘catálogo’ de ideia de bionegócios

Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) apresentou o projeto ‘CBA Conecta’ a representantes de empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), nesta segunda-feira (29/4), com o intuito de fomentar parcerias entre o CBA e as indústrias, visando soluções e negócios na área da bioeconomia.

Durante o encontro, o diretor-geral do CBA, Márcio Miranda, apresentou o portfólio de serviços do Centro e os projetos aptos a receber investimentos da Lei de Informática. Ele enfatizou o desejo de envolver os empresários do PIM e conectar os setores produtivos, de investimento e mercado com a pesquisa, governos e sociedade civil.

“Queremos eliminar o estigma dos investimentos em Bio sem retorno, mostrar que as empresas do PIM podem ser parceiras na reestruturação do CBA. Para isso queremos envolver os empresários do PIM na geração de ideias para bionegócios e, com isso, demonstraremos como investir com segurança os recursos das obrigações da Lei de Informática”, afirmou o executivo.

Entre as propostas apresentadas destaca-se o ‘CBA Open’, uma estrutura compartilhada para empresas, associações, organizações de fomento e ICTs, incluindo espaços de coworking, laboratórios multiusuários e parcerias com escolas de bionegócios.

O encontro aconteceu na sede da Suframa e contou com a presença de autoridades como o secretário da Economia Verde, Descabornização e Bioindústria do Mdic, Rodrigo Rollemberg, o superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), Serafim Corrêa, além de representantes da FIEAM, do deputado federal Sidney Leite (PSD) e empresários do PIM.

Rollemberg destacou o interesse global na bioeconomia e a transformação do CBA em um centro de bionegócios como modelo de fomento a negócios a partir da biodiversidade amazônica.

“Estou impressionado com o interesse do mundo inteiro na área de bioeconomia, toda semana recebo dois, três embaixadores de vários lugares do mundo querendo informações sobre a Amazônia. E a grande novidade desse novo CBA é que ele deixa de ser um centro de pesquisa para ser também um centro, sobretudo, de bionegócios, para que em parceria com as empresas privadas, especialmente empresas do PIM, possa desenvolver produtos e negócios a partir da biodiversidade da Amazônia que gerem riqueza e renda para as comunidades locais” afirmou Rollemberg.

A próxima edição do ‘CBA Conecta’ visa envolver Institutos de Ciência, Tecnologia e Inovação, associações e cooperativas.

Fonte: Real Time 1

 

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