Por Vandré Kramer

18/06/2022 21:36

Os gargalos na indústria, a guerra na Ucrânia e os lockdowns na China por causa da Covid-19 estão refletindo no bolso do consumidor brasileiro. O de oferta entre oferta e demanda mais refletindo em custos para o setor industrial, e parte dessa pressão tem sido oferecido mais preços com preços razoáveis.

Mais dinheiro está sendo enviado nos caixas dos Os alimentos e bebidas acumulam uma alta de 7,56% desde o início do ano, segundo o IBGE. Nesse período, a inflação geral pelo IPCA foi de 4,78%.

Combustíveis também estão pesando mais no bolso. No ano, a gasolina acumula alta de 8,83% e o diesel ficou 28,49% mais caro. E o cenário tende para novos aumentos. Na tentativa de evitá-los, o governo está pedindo à Petrobras para segurar a alta , ao mesmo tempo em que o Congresso aprova projetos para tributação a tributação.

Uma feita pela pesquisa dos Bancos Brasileiros (Feban) mostra outro impacto da Federação na vida só dos consumidores: metade após a sua vida (51%) acredita que isso a vida 2022, ou nem recuperará a sua vida. Quando pensam na recuperação da economia do país, é mais elevado ou contingente de pessimistas (77%). Alinhados com esse sentimento, 66% têm esperança também no que se refere ao crescimento do país.

“O internacional segue bastante incerto, mirando o meio da alta dos preços inflacionários”, apontam analistas da XP Investimentos. Coface América Latina espera que, os preços de commodities não são mais estáveis.

Ressalta-se que, com os custos de produção em alta e de insumos industriais fica mais elevado. É uma preocupação que, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi herdada dos piores momentos da pandemia da Covid-19.

A entidade empresarial aponta que a partir de um problema maior do segundo trimestre de 2020, tornou-se problemático como problemas maiores que a carga tributária tributária e este segmento industrial insuficiente insuficiente como histórico e o segmento industrial.

Patrícia diz que o ambiente está desafiador para a atividade industrial no Brasil, acreditando no crescimento na margem nos últimos três meses. No primeiro quadrimestre, entretanto, a produção industrial acumula uma queda de 3,4% em relação a igual período do ano anterior, aponta o IBGE.

Nos últimos meses houve a falta de produtos por máquinas de fabricação para sua fabricação. Mais de 90% dos insumos farmacêuticos ativos (IFAs) usados ​​pela indústria brasileira são importados, quase 70% da China.

Parecia mais difícil encontrar, em farmácias e hospitais, medicamentos como dipirona injetável (analgésico e antitérmico). Também há relatos, em alguns municípios, de falta de amoxicilina (antibiótico), neostigmina (utilizado em anestesias) e ocitocina (usado para induzir o parte por razões médicas).

Alta nos custos para as empresas

A alta nos custos industriais, que atingiu 18% nos 12 meses encerrados em abril, segundo o IBGE, superou as expectativas para mais de 70% das empresas do setor industrial, aponta para a confederação. Os segmentos que mais sentiram isso possibilitaram os biocombustíveis, metalurgia e veículos automotores.

Patrícia que guerra na Ucrânia e os bloqueios na China, por causa dos casos da Covid-19 nas regiões de Shenzhen e dos países asiáticos, os principais polos do país asiático, representam um novo para a cadeia global de suprimentos. Empresas na região chegaram a fechar e nos portos. Também há problemas com de transporte.

A indústria alimentícia é uma das que enfrenta problemas por causa do aumento nos custos de aproveitamento de matérias-primas, embalagens e energia. O segmento diz que, após dois anos de sucessivas altas, a capacidade de absorção-las e evitar repasses ao consumidor é limitada. A Associação Brasileira da Indústria de Alimentação (Abia) aponta que 60% dos custos de produção dos alimentos vem das-primas, embalagens e energia.

Uma entidade aponta que é fundamental e urgente a adoção de medidas governamentais para ampliar a disponibilidade de itens essenciais à produção de alimentos.

“A embalagem final não impacta custos para imposto de materiais pode contribuir para garantir o abastecimento interno, minimizar o impacto nos custos de produção e consumidor”, informa a associação por meio de meio de consumo.

A indústria e de confecções também vem apresentando esses reflexos: o algodão, uma das principais estudos de tecidos maiores do segmento, teve 60,5% nos últimos 12 meses, segundo o Centro de Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq /USP).

“O preço está nos maiores níveis em dez anos”, reclama o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Fernando Pimentel. Alguns dos principais produtores, como os Estados Unidos, a Índia e o Brasil devem escolher menos algodão neste ano.

A tendência é de segundo a ser escolhida nos preços a partir do colheita, quando começará mais uma safra. Nos últimos 12 meses, as roupas aumentaram mais do que a inflação. Enquanto elas ficaram 17,35% mais caras, de acordo com o IBGE, o IPCA variou 11,73%.

O problema também foi pelos fabricantes de material para construção. “A alta nos custos dos fretes foi uma surpresa para a gente”, diz o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Rodrigo Navarro.

Além dos custos, o segmento enfrenta outro problema: é alterado para o governo de São Paulo para evitar o aumento da carga de impostos, por meio de mudanças no mecanismo de substituição.

Gargalos dificultaram o acesso a insumos e-primas

Um problema de transformação pela indústria é um problema dentro dos prazos de construção: No caso dos importados, o percentual foi de 64% para a primeira e de 36% para a segunda.

É um problema que foi sentido pela indústria automobilística, parte principal, pela produção de microprocessadores. Segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), entre janeiro e maio houve 16 paradas de fábrica. Cada unidade ficou, em média, quase 21 dias sem produzir.

Outros insumos que tiveram problemas em sua logística foram borracha, cabos e resinas. “Ao todo, de ser chamado 150 mil veículos. É um número preocupante, por causa do efeito cascata da indústria”, diz o presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite.

Uma alternativa para o segmento ter sido executado com mais planejamento ainda, para tentar manter o nível de produção. Maio foi o melhor mês do ano: foram fabricadas 206 mil unidades.

No período de 12 meses, os preços e-primas da indústria automotora, a produção e as carrocerias aumentaram, em média, 14,8%. Os fabricantes estão repassando a alta para os preços. No período, o preço do carro novo aumentou 17,58%, segundo o IBGE.

Industriais esperam que a normalização venha só em 2023

A normalização na indústria não deve vir tão cedo: o percentual de empresas que acredita que a solução virá só em 2023 passou de 10%, em outubro, para 25%, em maio.

Porém, o diretor comercial da integradora logística Asia Shipping, Rafael Dantas, acredita que o pior já passou. Um dos motivos para isso, segundo ele, é a queda de 41% nos fretes nas rotas transpacíficas, comparado ao mesmo período do ano passado.

Uma das estratégias para solucionar o problema é a substituição de fornecedores. A CNI aponta que a maioria das empresas está partindo para essa solução. É o caso de 64% das empresas da indústria extrativa e 56% das de construção.

A situação é pior se trata de insumos e-primas importadas: 72% das empresas são piores quando isso é extrativa e de transformação chegando. Entre as de construção, o percentual aumenta para 76%. E uma das alternativas é trocar fornecedores estrangeiros por nacionais.

Fonte: Gazeta do Povo

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