Objetivo é discutir os impactos da vazante na indústria e propostas para BR-319 sair do papel.

Pressionados pela emergência climática que ameaça o Amazonas de isolamento logístico, empresários e representantes dos trabalhadores da Zona Franca de Manaus estão se mobilizando para defender o destravamento da BR-319. Uma reunião está marcada para a próxima quinta-feira (12/10) pela Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

Além da Fieam, o encontro deve reunir entidades como a CUT e a Força Sindical. O objetivo é discutir os impactos da vazante na indústria e propostas para equacionar as exigências ambientais que, até aqui, têm interrompido que a obra da estrada federal prossiga.

De acordo com o presidente da Fieam, Antônio Silva, a economia e a população do Amazonas não podem mais ser reféns de um único modal de transporte. Ela ressalta que as secas dos rios ocorrem todos os anos, com menor ou maior intensidade, exigindo adaptações para trazer mercadorias e matérias-primas para as fábricas do Polo Industrial.

“Vamos nos reunir na quinta-feira com pessoal da força sindical, CUT para que possamos continuar o trabalho de desobstrução dos problemas ambientais da BR-319, porque não podemos ficar contando com um único modal, porque todo o ano vai acontecer a seca. Temos que trabalhar para que essa seca venha impactar menor o polo industrial.”

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