Com uma atuação centrada nas oportunidades para empreendedores no Amazonas e na defesa do modelo Zona Franca de Manaus, responsável por 80% da arrecadação do Estado do Amazonas, o empresário e 1º vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), Nelson Azevedo dos Santos, recebeu nesta terça-feira, 25, dia da indústria, o título de Cidadão do Amazonas, concedido pela Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM), projeto de lei de autoria do deputado estadual Adjuto Afonso (PDT) e coautoria do deputado Dermilson Chagas (Podemos).

Nascido em Oriximiná (PA), em 14 de abril de 1945, o economista e diretor-presidente da Poliamazon Metalúrgica da Amazônia Ltda também dirige o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) no Amazonas, lidera as Coordenadorias da FIEAM, preside o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Manaus (SIMMMEM) e coordena o Comitê de Apoio ao Desenvolvimento do Agronegócio no Amazonas. Também integra a diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Antes de ingressar na vida empresarial, Nelson Azevedo dos Santos fez carreira no serviço público e privado. Aprovado em concurso público, foi nomeado Oficial de Exatoria da Secretaria de Fazenda do Amazonas. Após quatro anos na atividade, pediu exoneração e retornou à iniciativa privada, na fábrica de joias Beta S. A. que produzia joias e relógios na Zona Franca de Manaus.

Atendendo convite do governador João Walter de Andrade, o economista compôs equipe de trabalho para implantação da Universidade de Tecnologia do Amazonas (UTAM) em Manaus, na função de assessor de Planejamento e Coordenação da Universidade. Período de intenso trabalho, pois no período diurno gerenciava a Beta S. A.

Logo após deixar a Beta S. A., Azevedo assumiu o cargo de assessor de Diretoria Moto Honda da Amazônia Ltda. Passados os primeiros quatro anos no cargo, assumiu uma das gerências na Moto Honda da Amazônia e logo foi nomeado diretor adjunto. Em 1988, assumiu o cargo de Diretor Pleno, o mais alto escalão da fábrica. Seus superiores passaram a ser o presidente e vice-presidente, cargos exclusivos dos executivos do Japão, sede do grande conglomerado.

O empreendedor dedicou 16 anos de atividades a Honda, experiência que resultou em privilegiado aprendizado na escola da gestão japonesa, exigente com a padronização, habilidade de delegar e resolver problemas, com foco na alta qualidade do produto.

A longa passagem pela Moto Honda lhe despertou o espírito empreendedor.  A partir de 1989, apresentou projeto industrial na Suframa para criação da empresa Metal Alloy Indústria e Comércio Ltda., mais conhecida como Primex, marca dos relógios de pulso e bolso fabricados pela empresa.

Além da Metal Alloy, outra empresa surgiu na vida do empresário Nelson, ao fundar, com a mulher, Graça Mateus dos Santos e os filhos, Lílian, Nelson Luiz e Luiz Eduardo, a empresa Poliamazon Metalúrgica da Amazônia Ltda., que gera cerca de cem empregos diretos, e executa atividades de estamparia, solda e pintura.

 

Nelson Azevedo – Responsabilidade

“Recebo essa honraria com imensa alegria e humildade. Sempre tive orgulho de ser amazônida e agora, com a certidão e o prestígio do reconhecimento amazonense, só aumenta minha responsabilidade de retribuir com o melhor de meus compromissos, dedicação e gratidão aos diletos parlamentares”, disse Azevedo.

Acrescentou que atuar em defesa do desenvolvimento econômico do Amazonas, especialmente da indústria, é a sua principal motivação, seja na iniciativa privada, à frente da Poliamazon Metalúrgica da Amazônia Ltda, no Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Manaus (SIMMMEM) e, também, contribuindo na gestão liderada por Antonio Silva, na Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM) e, ainda, na Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Adjuto Afonso – Reconhecimento

 

Para o autor da propositura, deputado Adjuto Afonso (PDF), essa é uma homenagem justa, por todo o empenho do empresário e agora, Cidadão Amazonense, em defesa da Zona Franca de Manaus e em consequência, dos postos de trabalho gerados por ela. “O título que você recebe hoje é um reconhecimento pelos serviços que você tem prestado, desde cedo ao estado, e continua prestando”, frisou o deputado.

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