O programa funciona para fomentar projetos de inovação de empresas e capacitar talentos com conhecimentos acadêmicos e científicos.

Dois alunos bolsistas da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade do Estado do Amazonas (UEA), participantes do Programa Inova Talentos do Instituto Euvaldo Lodi (IEL/AM), vão desenvolver projetos de pesquisas no Instituto SENAI de Inovação em Microeletrônica (ISI-ME). Felipe Marinho é acadêmico de engenharia de software na UFAM e Thais Santos estuda engenharia de materiais na UEA.

Desde 2013, o Inova Talentos funciona para fomentar projetos de inovação de empresas e capacitar talentos com conhecimentos acadêmicos e científicos. De acordo com a especialista superior do IEL, Dilcilene Salgueiro, responsável pelo Programa no Núcleo Regional do AM, a iniciativa tem a duração de 12 a 24 meses e já promoveu 1.572 projetos de inovação para 413 empresas, com a participação de 3.104 bolsistas a nível Nacional.

O colaborador Fagnaldo Pontes do ISI-ME, um dos tutores do Programa Inova Talentos IEL, explica que o Instituto será responsável por desenvolver o projeto de pesquisa, desenvolvimento e inovação, tanto na parte experimental quanto a parte de programação, enquanto os bolsistas irão atuar, auxiliando determinadas atividades.

“Então, nós tutores temos esse papel de ajudar com treinamento e auxílio da execução”, pontuou.

O projeto que os bolsistas irão desenvolver visa à análise de matérias-primas específicas para substrato de microchip, fazendo deposição de filmes finos de metais para verificar a estrutura dessa deposição e se é adequada para o processo de fabricação de microchip, uma das especialidades principais do ISI-ME.

Felipe Marinho, acadêmico de engenharia de software na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), explicou algumas das suas expectativas para o programa.

“Espero me desenvolver muito bem, pois é uma área que eu estou me direcionando durante esse período final da graduação, a área de química eletrônica e IOT, e o Instituto SENAI de Inovação em Microeletrônica tem essa forte imagem dentro da área. Logo eu fiquei muito animado com a oportunidade”, comentou o bolsista, que afirma ser também uma boa ocasião para conhecer alguns profissionais e poder receber ajuda para alcançar seus objetivos futuros.

“Esta minha primeira fase está sendo excelente, o instrutor e os colegas de trabalho são pessoas admiráveis e cheios de conhecimento em relação a minha área aplicada no campo de microeletrônica, me surpreendi também com os equipamentos diferentes que estou aprendendo a utilizar para produzir o projeto”, afirmou a acadêmica de engenharia de materiais, Thais Santos, ressaltando que suas expectativas são evoluir cada vez mais com a gama de conhecimentos que vem obtendo e se tornar uma profissional de excelência.

Fonte: Real Time 1

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