Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua mostra que o Estado ocupa o penúltimo lugar entre todos da Federação neste indicador

 Gerson Severo Dantas

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que, em 2023, somente 53% da população amazonense possuía algum rendimento.

Esse índice coloca o Estado na penúltima posição nacional e regional, nesse indicador. O rendimento identificado teve origem no “trabalho” e em “outras fontes, diz relatório da PNADC. Por estar trabalhando, apenas 38% da população tinha rendimento, Já em “outras fontes” estão 20% dos amazonenses.

Na população com rendimento de “outras fontes” estavam os que receberam rendimentos de programas sociais. Nessa condição, no Bolsa Família (33,5%) e no BPC-LOAS (6,0%). O Estado teve o sexto maior percentual de domicílios recebendo de programas sociais, no país.

Em outros programas sociais (7,3%), o Amazonas liderou o ranking nacional, juntamente com Alagoas. O índice de Gini ,que mede a concentração de rendimento do trabalho, elevou entre 2022 e 2023, no Estado.

Situação melhora, mas ainda de forma lenta

Desde 2019, o Amazonas, acompanhando a tendência nacional, tem aumentado o percentual de pessoas com rendimento, considerando todas as fontes. Mesmo assim, o Estado ocupa a segunda pior posição no ranking nacional, atrás apenas do Acre.

Em números absolutos, o total de residentes no Amazonas, em 2023, de 53% das pessoas possuía algum tipo de rendimento. Em relação ao resultado nacional (64,9%), o Amazonas ficou 11,9 pontos percentuais abaixo. Já na comparação com a região Norte (57,8%) ficou atrás em 4,8 pontos percentuais.

Fonte: Real Time 1

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