No acumulado do ano foram criados 19,9 mil postos, aponta Caged

Por D24 / portald24@diarioam.com.br
Publicado em 29 de setembro de 2026 às 16:52

Manaus – O Amazonas criou 3.954 empregos com carteira assinada em agosto, alta de 15% sobre igual mês do ano passado e 8,3% sobre julho, ao totalizar saldo de 19.969 no acumulado no ano. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira (29), pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que apontou criação de 165.827 postos no Brasil, no mês passado.

No Amazonas, o mercado de trabalho formal contratou 30.177 pessoas, em agosto e desligou 26.223, o que resultou o saldo de quase 4 mil novos postos. No ano, o estoque mensal acumula 582.951, alta de 3,55%.

O resultado do mês foi liderado pelo setor de serviços, que registrou 2.315 novos postos, seguido pela construção civil, com 1.719 vagas formais e logo atrás a indústria, com 1.022 vagas de saldo. O pior desempenho foi do comércio que perdeu 625 vagas.

No acumulado do ano até agosto, os serviços também lideram a oferta de vagas no Amazonas, com saldo de 11.263 postos, resultado de 105.779 contratações e 94.516 desligamentos. De igual modo, a construção aparece em segundo, com 4.462 postos de saldo, seguido pela indústria, com 3,811. O pior resultado segue com o comércio, que acumula saldo de apenas 129 vagas nos oito meses do ano.

Já o mercado formal no País criou 165.827 novos postos de trabalho, resultante de 2.294.563 admissões e 2.128.736 desligamentos no mês. Com esse resultado, o estoque de empregos alcançou 48.244.696 vínculos em agosto e acumula, no ano (janeiro a agosto), saldo de 1.134.033 postos de trabalho, com crescimento de 2,41%.

No acumulado do ano, houve elevação do emprego nos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas do país. O maior crescimento do emprego ocorreu no setor de Serviços, com saldo de 697.859 postos formais de trabalho (+3,05%), seguido pela Construção, com saldo de 200.431 (+6,79%).

 

O saldo em agosto também foi positivo nos cinco grandes grupamentos, com destaque para o setor de Serviços (+110.346), Construção (+20.848), Indústria (+16.613), Comércio (+16.565) e Agropecuária (+1.452). O crescimento ocorreu também nos 24 estados, com destaque, em valores absolutos, para São Paulo (+42.533), Rio de Janeiro (+20.886) e Pernambuco (+13.428). Em termos relativos, os maiores crescimentos foram registrados na Paraíba (+1,59%), no Amapá (+1,38%) e no Rio Grande do Norte (+0,92%).

Dos postos de trabalho gerados, 73,5% correspondem a vínculos típicos (+121.964) e 26,5% a vínculos não típicos (+43.863), majoritariamente trabalhadores com jornada igual ou inferior a 30 horas (+40.661) e aprendizes (+17.637).

Considerando a geração de empregos no acumulado de 2026, os dados do Novo Caged apresentam crescimento de 2,41% no emprego no ano, que acumula, até agosto de 2026, um total de 1.134.033 postos gerados. O crescimento foi verificado em todos os setores da economia, sendo mais forte no setor de Serviços, com 697.859 postos e crescimento de 3,05%; na Construção, com 200.431 postos e crescimento de 6,79%; e na Indústria, com 170.442 postos e crescimento de 1,90% no ano. A Agropecuária apresentou saldo positivo de 56.024 postos (+3,09%), e o Comércio, de 9.300 empregos (+0,09%).

Nos últimos 12 meses, de setembro de 2025 a agosto de 2026, o emprego cresceu 887.708 postos (+1,87%).

Fonte: D24am

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui